VW Parati Bola 1.0 16V 1999 4 portas ainda oferecia ar e direção Hidráulica

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Final da década de 1990, a bem sucedida plataforma AB9, a famosa geração Parati e Gol Bola, recebeu motorização 1.0 16V e dividiu opiniões.

Na prática mesmo sendo um modelo 1.0, o carro era robusto e eficiente, principalmente em baixas e médias rotações. Mesmo com ar – condicionado, e quatro adultos, praticamente mantinha a mesma eficiência.

O maior problema dos modelos 16V do final da década de 1990, era a falta das manutenções no tempo certo, e de maneira correta. Muitos mecânicos e proprietários, não liam o manual e instruções, e tratavam os modelos 16V, da mesma maneira que os modelos 8V.

Alguns carros nacionais, se tornaram grandes vilões, Tempra 16V, Gol e Parati 1.0 16V.

O que muita gente não entendia, e não entendem até os dias de hoje, é que, os modelos 16V, por terem um equipamento mais complexo e moderno, exigem muito mais atenção e profissionais especializados.

O modelo aqui da matéria, o VW Parati Bola 1.0 16V 1999 4 portas, era uma ótima opção de compra para quem queria um SW compacto, com preço abaixo das versões intermediárias com motores 1.6 e 1.8.

Custando em média R$ 68.345,00, em valores atualizados para o primeiro semestre de 2021. Entregava carroceria 4 portas, ar – condicionado, direção hidráulica, conta giros e bagageiro.

Desempenho

Estabilidade –  O conjunto, carroceria, chassi e suspensão, dava ao carro uma ótima estabilidade, a plataforma AB9 se tornou a mais eficiente do mercado.

Motor –  Utilizando o motor VW EA111- 1.0 de 69,4 cv a gasolina, era robusto, rápido e estando em dia com as manutenções era muito confiável.

Câmbio –  O câmbio manual de 5 velocidades, era de relações curtas dando ao carro um ar mais esportivo, os engates eram precisos e macios, mesmo em trocas rápidas ai se mantinha eficiente.

Retomadas e ultrapassagens – Com um motor que respondia muito bem ao pedal do acelerador, era seguro e confiável, mesmo com 5 adultos e porta – malas cheio.

Consumo –  Para um motor 1.0 16V a Gasolina, fazer 10,5 km/l na cidade, estava dentro do esperado para o segmento. Mas o que chamava a atenção, era que mesmo com carga máxima 455 kg, o carro praticamente mantinha o mesmo consumo, mais detalhes na ficha técnica no final da matéria.

Acabamento Externo

Faróis –  De lentes planas, levemente boleadas nas extremidades;

Setas dianteiras – Embutidas no mesmo conjunto dos faróis;

Para – choques –  Envolventes na cor da carroceria;

Faróis de neblina – Não;

Grade de ar do motor – Com frisos na horizontal na cor da carroceria;

Retrovisores Externos – Panorâmicos com ajuste mecânico interno;

Frisos – Emborrachado em toda a extensão lateral;

Rodas – De aço 175/70 R13, com calotas de plástico;

Maçanetas – Na cor grafite;

Logo – “16V”, Na tampa do porta – malas;

Lanterna Traseira – Tricolor tradicionais da família Parati Bola;

Bagageiro – Sim;

Teto Solar – Não;

Limpador do vidro traseiro – Sim;

Acabamento Interno e Instrumentos

Painel – Com mostradores em escala circular;

Conta – giros – Sim;

Acabamento do painel – Em vinil nas cores preto e cinza;

Volante – De três raios espumado;

Sistema de som – Sim;

Ventilador – Sim;

Ar – condicionado – Sim;

Ar –  quente – Sim;

Luz de leitura – Não;

Relógio – Digital;

Acendedor de cigarros – Sim;

Cinzeiro – Sim;

Acionamento dos vidros – Manual basculante nas 4 portas;

Sistema de travamento das portas – Mecânico;

Ajuste dos retrovisores externos – Mecânico interno;

Acabamento dos bancos – Em tecido plástico;

Acabamento das portas – Em vinil e tecido;

Luz de Sinalização no rodapé das portas – Não;

Banco traseiro – Rebatível;

Encosto de cabeça – Para dois passageiros com regulagem de altura nos bancos dianteiros;

Desembaçador elétrico do vidro traseiro – Sim;

Assoalho – Acarpetado;

Porta-malas – Acarpetado;

Ficha Técnica – VW Parati Bola 1.0 16V 1999 4 portas

Carroceria – SW;

Porte – Compacto;

Portas – 4;

Motor –  EA-111 1.0;

Cilindros – 4 em linha;

Válvulas por cilindro – 4;

Posição – Longitudinal;

Combustível – Gasolina;

Potência – 69,4,6 cv;

Peso Torque – 106,9 kg/kgfm;

Cilindrada – 999 cm³;

Torque máximo – 9,4 kgfm a 4500 rpm;

Potência Máxima – 5700 rpm;

Tração – Dianteira;

Alimentação – Injeção Multiponto;

Direção – Hidráulica;

Câmbio – Manual de 5 velocidades com alavanca no assoalho;

Embreagem – Monodisco a seco;

Freios – Freio a disco ventilado nas rodas dianteiras e tambor nas rodas traseiras;

Peso – 1005 kg;

Suspensão dianteira – Independente, McPherson – Mola helicoidal;

Suspensão traseira – Eixo torção – Mola helicoidal;

Comprimento – 4131 mm;

Distância entre-eixos – 2468 mm;

Largura – 1621 mm;

Altura – 1417 mm;

Aceleração de 0 a 100 – 17,8 Segundos;

Velocidade máxima – 157 km/h;

Consumo: Cidade 10,5 km/l – Estrada 15,2 km/l;

Autonomia: Cidade 536 km – Estrada 775 km;

Porta malas – 437 Litros;

Carga útil – 455 kg;

Tanque de combustível – 51 Litros;

Valor atualizado Aproximado – R$ 68.345,00;

Valor atualizado aproximado se refere apenas a uma estimativa de quanto o carro custaria hoje Zero Km na concessionária – Não possui nenhum parâmetro real do mercado atual.

O Motor Tudo, NÃO trabalha com nenhum tipo de comércio de carros, apenas faz matérias sobre a história de carros clássicos brasileiros.

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