Chrysler Neon 2.0 16V 1996 mais um médio de muita qualidade e vida curta

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Mais um modelo que entrou na febre dos importados no Brasil, a montadora com o sonho de repetir o sucesso de seus principais concorrentes, trouxe o Chrysler Neon 2.0 16V

A aventura durou apenas 5 anos , desembarcou em terras brasileiras em 1995, e deu adeus no ano 2000, com um número de unidades emplacadas, não muito significativo.

A qualidade do carro não se discute, era simplesmente um Chrysler. Um acabamento com materiais de primeira linha, recheado de instrumentos de segurança e conforto, como; freios a disco nas 4 rodas, com sistema ABS, airbag, opção para câmbio automático ou mecânico, painel completo, direção hidráulica, e um sistema de ar – condicionado, com saídas de ar muito bem distribuídas.

A suspensão foi muito elogiada na época, pelas revistas automotivas, ao mesmo tempo que era macia, respondendo com conforto as descontinuidades das estradas, era muito eficiente em curvas de alta.

O visual do Chrysler Neon, mesmo sendo um sedã de porte médio, ao estilo do Fiat Tempra, tinha um apelo jovem e esportivo.

Outro fator que contava a seu favor, era o saudável e seguro motor A588 – 2.0 16V, que entregava bons 133 cv, com aceleração de 0 a 100 em 9,9 segundos, e velocidade final 199 km/h.

O ponto negativo

Algumas unidades com motor 1.8, foram disponibilizadas aqui no Brasil, o motor era fraco e entregava pouco fôlego. O preço de ambas as versões tanto 1.8, como 2.0 16V, se igualavam ou ultrapassavam os valores de um Fiat Tempra top de linha, que durante a década de 1990, mesmo sendo um médio, era comercializado como um modelo de auto custo.

Desempenho

Estabilidade –  O conjunto, carroceria, chassi e suspensão, era muito eficiente e equilibrado, conseguia unir segurança e conforto, a altura de modelos de elite.

Motor –  Utilizando o motor Chrysler A588 – 2.0 16V de 133 cv, com aceleração de 0 a 100 em 9,9 segundos, era robusto e muito ágil.

Câmbio –  O câmbio Automático, tinha mudanças discretas, mas muito eficiente.

Retomadas e ultrapassagens – Com bastante fôlego e respostas imediatas ao pedal do acelerador, era seguro e eficiente.

Consumo –  O consumo estava dentro do esperado para um modelo 2.0 16V da década de 1990 7,8 km/l na cidade. Mais detalhes na ficha técnica no final do post.

Acabamento Externo

Faróis –  Com linhas ovaladas, que acompanham o desenho da carroceria;

Setas dianteiras – Discretamente embutida entre o para – choque e o capô;

Para – choques –  Envolventes na cor da carroceria, com friso emborrachado, e repetidor de setas nas nas laterais;

Faróis de neblina – Não;

Grade de ar do motor – Em lâmina de plástico na horizontal, embutida discretamente no para – choque;

Retrovisores Externos – Panorâmicos, com ajuste elétrico interno;

Frisos – Emborrachado em toda a extensão lateral do carro;

Rodas – Rodas de liga-leve 175/65 R14;

Maçanetas – Na cor grafite, discretamente embutidas nas portas;

Logo – “Neon” Na tampa do porta – malas;

Lanterna Traseira – Tricolor com luz de ré, muito bem sinalizada;

Bagageiro – Não;

Teto Solar – Não;

Limpador do vidro traseiro – Não;

Acabamento Interno e Instrumentos

Painel – Com mostradores em escala circular em km/h e mph;

Conta – giros – Sim;

Acabamento do painel – Em vinil na cor cinza e grafite;

Volante – Espumado de 4 raios, com acabamento em couro;

Sistema de som – Sim;

Ventilador – Sim;

Ar – condicionado – Sim;

Ar –  quente – Sim;

Luz de leitura – Sim;

Relógio – Digital, no sistema de som;

Acendedor de cigarros – Sim;

Cinzeiro – Sim;

Acionamento dos vidros – Elétrico, nas portas dianteiras, e manual basculante nas portas traseiras;

Sistema de travamento das portas – Elétrico;

Ajuste dos retrovisores externos – Elétrico;

Acabamento dos bancos – Em fino tecido aveludado;

Acabamento das portas – Em vinil e tecido aveludado;

Luz de Sinalização no rodapé das portas – Não;

Banco traseiro – Rebatível e com cinto de segurança de três pontos para dois passageiros;

Encosto de cabeça – Para dois passageiros, nos bancos dianteiros;

Desembaçador elétrico do vidro traseiro – Sim;

Assoalho – Acarpetado;

Porta-malas – Acarpetado;

Ficha Técnica – Chrysler Neon 2.0 16V 1996

Carroceria – Sedã;

Porte – Médio;

Portas – 4;

Motor –  A588 – 2.0;

Cilindros – 4 em linha;

Válvulas por cilindro – 4;

Posição – Transversal;

Combustível – Gasolina;

Potência – 133 cv;

Peso Torque – 64,4 kg/kgfm;

Cilindrada – 1996 cm³;

Torque máximo – 17,7 kgfm a 4850 rpm;

Potência Máxima – 5850 rpm;

Tração – Dianteira;

Alimentação –  Injeção Multiponto;

Direção – Hidráulica;

Câmbio – Automático;

Embreagem – Conversor de torque;

Freios – Freio a disco ventilado nas rodas dianteiras e disco sólido nas rodas traseiras;

Peso – 1140 kg;

Suspensão dianteira – Independente, McPherson – Mola helicoidal;

Suspensão traseira – Independente, McPherson – Mola helicoidal;

Comprimento – 4364 mm;

Distância entre – eixos – 2642 mm;

Largura – 1714 mm;

Altura – 1369 mm;

Aceleração de 0 a 100 – 9,9 Segundos;

Velocidade máxima – 199 km/h;

Consumo: Cidade 7,8 km/l – Estrada 10,7 km/l;

Autonomia: Cidade 367 km – Estrada 503 km;

Porta malas – 330 Litros;

Carga útil – Não informado;

Tanque de combustível – 47 Litros;

Valor atualizado Aproximado – R$ 124.754,00;

Valor atualizado aproximado se refere apenas a uma estimativa de quanto o carro custaria hoje Zero Km na concessionária – Não possui nenhum parâmetro real do mercado atual.

O Motor Tudo, NÃO trabalha com nenhum tipo de comércio de carros, apenas faz matérias sobre a história de carros clássicos brasileiros.

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