Kombi 98, a cabrita fica exibida, ganha motor refrigerado a ar com injeção multiponto

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Para cumprir com a nova legislação, que gradualmente as montadoras deveriam substituir os velhos carburadores por sistema de injeção eletrônica, a VW coloca no mercado a Kombi 98, com injeção eletrônica multiponto no motor 1600 refrigerado a ar.

No ano anterior os modelo Kombi lotação e furgão, ganhão porta lateral corrediça e carroceria semelhante a conhecida no resto do mundo, aquela reestilização, que aconteceu na Europa e Estados unidos no início da década de 1970, chegou no Brasil com apenas 25 anos de atraso.

Mas nem tudo estava perdido, a nossa querida cabrita, já na geração Clipper, ficou mais charmosa e eficiente do que nunca, ganha injeção eletrônica multiponto devidamente adaptada pelo setor de engenharia da Volkswagen do Brasil, no motor 1600 tork refrigerado a ar.

Com o novo sistema de alimentação, a Kombi 98 em todas as suas versões, ficou em média 6 km/h mais rápida em velocidade final, em aceleração de 0 a 100, ficou praticamente 10 segundos mais ágil, números que impressionaram os engenheiros da montadora. Quanto ao consumo também houve uma generosa economia, tanto na cidade como na estrada, ganhou 1 km/l.

Mas na verdade 1998 foi um ano de transição, com muitas peças do sistema de alimentação antigo “carburador” em estoque, ainda saiam da linha de montagem unidades carburadas, que aos poucos foram sendo substituídas pelo sistema de injeção eletrônica.

A unidade da nossa matéria é um Volkswagen Kombi picape 1998, na cor branco geada, com carroceria de aço karmann Ghia, equipada com o motor 1600 tork refrigerado a ar, com injeção eletrônica multiponto, 58 cv, a gasolina, torque máximo de 11,3 kgfm a 2600 rpm, velocidade final real de 120 km/h e aceleração de 0 a 100 em 26,1 segundos. Quanto ao consumo, na cidade 7,5 km/l e na estrada 8,4 km/l.

Desempenho

Estabilidade –  O conjunto do projeto, dava ao carro a estabilidade sugerida para um utilitário da década de 1990, um equilíbrio modesto em curvas de alta e em pisos molhados.

Motor –  Utilizando o motor VW Boxer 1600 refrigerado a ar e injetado, também era de desempenho modesto, mas consideravelmente acima das versões carburadas.

Câmbio –  O câmbio manual de 4 velocidades, era de engates precisos e macios, mas exigia as manutenções preventivas em dia, ou os problemas de engates começariam a aparecer em menos de dois anos.

Retomadas e ultrapassagens – Para quem viveu as décadas de 1980 e 1990, sabe que nunca foi o ponto forte de todos as gerações Kombi, mesmo com motor 1600 injetado.

Consumo –  Fazer 7,5 km/l na cidade, se tornou uma grande virtude para a nossa cabrita.

Acabamento externo

Faróis –  Redondos de lentes planas, embutidos em um moldura grafite;

Setas dianteiras – Acima dos faróis;

Para – choques –  Em lâminas de aço carbono;

Faróis de neblina – Não;

Grade de ar do motor – Entrada forçada nas laterais dos para-lamas traseiros;

Retrovisores Externos – Retangular com haste;

Frisos – Não;

Rodas – De aço 185/80 R14, com as tradicionais calotas brancas kombi;

Maçanetas – Na cor grafite;

Logo – VW na tampa da carroceria;

Lanterna Traseira – Retangular, posicionada na vertical;

Bagageiro – Não – Modelo picape utiliza carroceria de aço;

Teto Solar – Não;

Limpador do vidro traseiro – Não;

Acabamento Interno e Instrumentos

Painel – Com mostradores básicos em escala circular;

Conta – giros – Não;

Acabamento do painel – Em vinil e metal;

Volante – De dois raios de plástico injetado;

Sistema de som – Não;

Ventilador – Entrada de ar forçado;

Ar – condicionado – Não;

Ar –  quente – N/D;

Luz de leitura – Não;

Relógio – Não;

Acendedor de cigarros – Sim;

Cinzeiro – Sim;

Acionamento dos vidros – Manual basculante;

Sistema de travamento das portas – Mecânico;

Ajuste dos retrovisores externos – Manual;

Acabamento dos bancos – Em courvin;

Acabamento das portas – Em vinil;

Luz de Sinalização no rodapé das portas – Não;

Banco traseiro – Sem acessórios;

Encosto de cabeça – Para dois passageiros nos bancos dianteiros;

Desembaçador elétrico do vidro traseiro – Não;

Assoalho – Emborrachado;

Porta-malas – Em aço;

Ficha Técnica – Kombi 98 – Picape

Carroceria – Picape;

Porte – Médio;

Portas – 2;

Motor –  Boxer 1600;

Cilindros – 4 opostos horizontalmente;

Posição – Longitudinal;

Combustível – Gasolina;

Potência – 58 cv;

Peso Torque – 106,6 kg/kgfm;

Cilindrada – 1584 cm³;

Torque máximo – 11,3 kgfm a 2600 rpm;

Potência Máxima – 4200 rpm;

Tração – Traseira;

Alimentação – Injeção Multiponto;

Direção – Simples;

Câmbio – Manual de 4 velocidades com alavanca no assoalho;

Embreagem – Monodisco a seco;

Freios – Freio a disco sólido nas rodas dianteiras e tambor nas rodas traseiras;

Peso – 1200 kg;

Suspensão dianteira – Independente, braço arrastado – Barra de torção;

Suspensão traseira – Independente, braço semi-arrastado – Barra de torção;

Comprimento – 4397 mm;

Distância entre-eixos – 2400 mm;

Largura – 1941 mm;

Altura – 1893 mm;

Aceleração de 0 a 100 – 26,1 Segundos;

Velocidade máxima – 120 km/h;

Consumo: Cidade 7,5 km/l – Estrada 8,4 km/l;

Autonomia: Cidade 338 km – Estrada 378 km;

Porta malas – 918 Litros;

Carga útil – 1070 kg;

Tanque de combustível – 45 Litros;

Valor atualizado Aproximado – R$ 125.990,00 – Valor sem a carroceria;

Valor atualizado aproximado se refere apenas a uma estimativa de quanto o carro custaria hoje Zero Km na concessionária – Não possui nenhum parâmetro real do mercado atual.

O Motor Tudo, NÃO trabalha com nenhum tipo de comércio de carros, apenas faz matérias sobre a história de carros clássicos brasileiros.

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