Fusca Prata, 1995 a geração Itamar, da início a febre de carros prateados

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O Fusca Prata, da geração Itamar, foi um dos modelos que deu início da febre de carros nesta cor aqui no Brasil, O início da década de 1980 apareceram alguns modelos de diferentes montadoras, no início da década de 1990, o número de carros prateados aumentam consideravelmente.

No final da década de 1970, alguns modelos, como Opala nas versões intermediárias eram produzidos na cor prata, Fiat 147 também entrou na dança, além de raras unidades de Chevette e alguns Fuscas.

Durante a década de 1980 a tendência prateada aumentou, o Fusca prata ganha a série especial limitada “Prata S”. Já a montadora italiana aplicava a cor mais especificamente em seus sedãs e SW, Fiat Oggi, Panorama e Fiat prêmio.

No início da década de 1990, começou a virar uma doença, a família Gol, Voyage e Parati nas versões de entrada e intermediárias, eram basicamente produzidas na cor prata ou branco. Com a chegada dos modelos 1.0, todas as montadoras aderiram a três cores básicas no mercado, preto, prata e branco.

Já na segunda metade da década de 1990 em diante, como o modelo aqui da nossa matéria, o Fusca Prata, 1995 na geração Itamar. Houve uma pandemia de carros prateados que se mantem até hoje. Atualmente ao chegar em uma concessionária, para comprar um modelo zero km, as opções de cores são: Prata, branco, preto ou algum tom de cinza escuro.

Desempenho

Estabilidade – O conjunto carroceria, chassi e suspensão, era relativamente eficiente, mas considerando a tecnologia da década de 1990, estava um passo atrás de seus concorrentes.

Motor – O motor Volkswagen Boxer 1600 Tork, era de manutenção descomplicada e de baixo custo, entregava um bom desempenho para um modelo popular de entrada.

Câmbio – Era de engates precisos e macio, e exigia pouca manutenção.

Retomadas e ultrapassagens – Atendia as expectativas para um compacto popular de entrada, mas em pistas de mão dupla, coma carga bruta máxima, era sempre bom o motorista negociar bem as ultrapassagens.

Consumo – Para um motor 1600 de um modelo compacto, se esperava um consumo mais moderado, 8,4 km/l na cidade não era muito atraente, mas estava dentro do esperado.

Acabamento Externo

Faróis –  Redondos, de lentes planas, embutidos em uma moldura cromada.

Setas dianteiras – Acima dos para – lamas;

Para – choques –  Pintados na cor da carroceria, em lâminas de aço carbono, e friso emborrachado;

Faróis de neblina – Não;

Grade de ar do motor – Frisada na tampa do motor;

Retrovisores Externos– De plástico com ajuste manual;

Frisos – Adesivo em toda a extensão lateral;

Rodas – Rodas tradicionais família Fusca;

Maçanetas – Na cor grafite;

Logo – “Fusca” na tampa do motor;

Lanterna Traseira – Tricolor, com luz de ré;

Bagageiro – Não;

Teto Solar – Não;

Limpador do vidro traseiro – Não;

Acabamento Interno e Instrumentos

Painel – Com mostradores básicos em escala quadrada;

Conta – giros – Não;

Acabamento do painel – Em vinil preto;

Volante – Espumado de dois raios;

Sistema de som – Opcional;

Ventilador – Sim;

Ar – condicionado – Não;

Ar –  quente – Sim;

Luz de leitura – Não;

Relógio – Opcional;

Acendedor de cigarros – Sim;

Cinzeiro – Sim;

Acionamento dos vidros – Manual basculante;

Sistema de travamento das portas – Mecânico;

Ajuste dos retrovisores externos – Manual;

Acabamento dos bancos – Em tecido;

Acabamento das portas – Em vinil;

Luz de Sinalização no rodapé das portas – Não;

Banco traseiro – Sem acessórios;

Encosto de cabeça – Nos bancos dianteiros para dois passageiros, com regulagem de altura;

Desembaçador elétrico do vidro traseiro – Sim;

Assoalho – Acarpetado;

Porta-malas – Emborrachado;

Ficha Técnica – Fusca Prata – 1995 1600 tork

Carroceria – Sedã;

Porte – Compacto;

Portas – 2;

Motor – VW Boxer 1600 Tork;

Cilindros – 4 opostos horizontalmente;

Válvulas por cilindro – 2;

Posição – Longitudinal;

Peso/torque – 66,9 kg/kgfm;

Tração – Traseira;

Combustível – Gasolina;

Alimentação –  Carburador;

Direção – Simples;

Câmbio – Manual de 4 velocidades, alavanca no assoalho;

Embreagem – Monodisco a seco;

Freios – Freio a disco sólido nas rodas dianteiras e tambor nas rodas traseiras;

Peso – 796 kg;

Comprimento – 4050 mm;

Distância entre-eixos – 2400 mm;

Largura – 1540 mm;

Altura – 1500 mm;

Potência – 58,7 cv;

Cilindrada – 1584 cm³;

Torque máximo – 11,9 kgfm a 2800 rpm;

Potência Máxima – 4300 rm;

Aceleração de 0 a 100 – 14,3 Segundos;

Velocidade máxima – 140,2 km/h;

Consumo: Cidade 8,4 km/l – Estrada 9,7 km/l;

Autonomia: Cidade 344 km – Estrada 398 km;

Porta malas – 141 Litros;

Carga útil – 380 kg;

Tanque de combustível – 41 Litros;

Valor atualizado Aproximado – R$ 67.980,00.

Valor atualizado aproximado se refere apenas a uma estimativa de quanto o carro custaria hoje Zero Km na concessionária – Não possui nenhum parâmetro real do mercado atual.

O Motor Tudo, NÃO trabalha com nenhum tipo de comércio de carros, apenas faz matérias sobre a história de carros clássicos brasileiros.

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