Ford Taurus GL 3.0 V6 O Gigante Americano no Brasil.

Carros dos anos 90 Ford

Ford Taurus GL 3.0 V6 1992, após 9 anos a montadora americana traz novamente para o Brasil um modelo de grande porte.

Em 1983 a Ford tirava de linha o Galaxie, em 1992, com a abertura do mercado a montadora trouxe um modelo de luxo de grande porte, o Taurus.

A saga dos gigantes no Brasil durou quase 20 anos, entre a segunda metade dos anos 60 até a primeira metade dos anos 80, entre Ford Galaxie, Dodge Dart, Dodge Charge e Família Opala, o único que sobreviveu a era de outro dos carrões de luxo foi o Opala, que coincidentemente saiu de linha em 1992, ano da chegada do novo gigante da concorrente Ford.

Com apenas 52 cm de comprimento a menos que o Ford Galaxie, e 14 cm maior que seu concorrente o Chevrolet Omega, o Ford Taurus chamava a atenção nas ruas com seu tamanho descomunal e desenho, característicos de um modelo norte americano.

A grande questão era que o modelo chamava muito a atenção, mas não abria o apetite do consumidor brasileiro que estava a costumado com modelos com características europeias, mesmo com todo luxo, conforto e qualidade a Ford não conseguiu resgatar a tradição dos carrões com estilo americano.

Mesmo assim foi o importado de grande porte mais vendido no Brasil até 1998, deixou de ser importado no início dos anos 2000.

Desempenho – Ford Taurus GL 3.0 V6 1992.

  • Como de tradição dos carros americanos, era um modelo extremamente macio, motor com um torque suave e uma suspensão que mais parecia a ar.
  • Mesmo pesando mais de uma tonelada e meia, e utilizando câmbio automático era bastante ágil na cidade, conseguia fazer ótimos 11,5 segundos de 0 a 100.
  • Em retas era bastante estável mesmo com uma suspensão tão macia, além de uma ótima velocidade de cruzeiro, se mantendo por horas em uma mesma velocidade sem oscilações.
  • Em curvas de alta balançava um pouco, mas nada que complicasse seu desempenho.

Imagens Pastore Car Collection.

Imagens Pastore Car Collection.


Acabamento Externo.

  • Carroceria sedã 4 portas grande porte.
  • Frente bem estilo anos 90, com um conjunto de lentes, setas, luz de longo alcance e faróis, com desenho fino acompanhando as linhas do carro, muito elegante e eficiente.
  • Para-choque envolventes na cor do carro.
  • Rodas de aço ou liga-leve 205/65 R15.
  • Retrovisores panorâmicos com controle interno elétrico.
  • Friso lateral emborrachado na cor do carro.
  • Lanternas traseiras bicolor chanfradas.

Imagens Pastore Car Collection.

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Acabamento Interno.

  • Painel levemente boleado acompanhando as linhas do carro.
  • Mostradores básicos, com velocímetro em duas escalas KM/h e MPH.
  • Alavanca do câmbio automático na coluna de direção.
  • Airbag – Motorista.
  • Ar-condicionado.
  • Acabamento de bancos e portas em couro cinza.
  • Bancos dianteiros com apoio para o braço.
  • Vidros, travas e retrovisores elétricos.
  • Rádio toca fitas digital.

Imagens Pastore Car Collection.

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Ficha Técnica.

  • Injeção Multiponto.
  • Direção Hidráulica.
  • Câmbio automático de 4 marchas.
  • Freios disco ventilado nas rodas dianteiras e disco sólido nas rodas traseiras.
  • Peso 1542 KG.
  • Potência 141 CV.
  • De 0 a 100 – 11,5 Segundos.
  • Velocidade máxima 190 KM/h.
  • Consumo Cidade 7,0 KM/L Estrada 9,2 KM/L.
  • Porta malas 510 Litros.
  • Carga útil 568 KG.
  • Tanque de combustível 61 Litros.
  • Preço atualizado aproximado – Não informado.
  • Valor atualizado aproximado se refere apenas a uma estimativa de quanto o carro custaria hoje Zero Km na concessionária.

Imagens Pastore Car Collection.

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Motor Tudo – Ford Taurus 3.0 V6 1992.

Carros dos anos 90 – Carros clássicos brasileiros.


 

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2 thoughts on “Ford Taurus GL 3.0 V6 O Gigante Americano no Brasil.

  1. Rodrigo Martiniano disse:

    Um carro fraco, feio (HORROROSO!) e beberrão, além de “bater pino” com a ‘gasosa’ nacional.
    Eu tive um durante poucos dias, FELIZMENTE !!!
    E, aventurei-me ir de SJC a BH, eu com a minha família, nele: eu + mulher + dois ‘filhos’ poodle.
    Bom: primeiro os ‘filhos’ poodle vomitaram, de tanto o carro balançar.
    Depois, ainda na via (tortuosa) que liga Monteiro Lobato a SJC, o carro ‘rodou’ numa curva, bateu a traseira em um caminhão que trafegava em sentido contrário: fui obrigado a pagar o prejuízo, o calibrador de pneus do caminhão, a calota e o pneu – pneu cortado pelo ‘raio do fordeco’ !!!
    A BEM DA VERDADE, não fosse o caminhão, eu JAMAIS ESTARIA ESCREVENDO ISTO AQUI: teria mesmo era ido “pro buraco” !!!
    Droga de carro HORROROSO, caracterizado pelo excesso de DESENGENHARIA, viagem muito FDP aquela !!!
    Antes dele – do horroroso – eu tive um Omega 3.0, um CD, comprado de um farmacêutico.
    A exata mesma curva que fiz com o horroroso, cheio de “cabreragem” (e não à tóa), o Omega a dobrava fácil-fácil duas vezes mais rápido, tranquilamente, enquanto os filhos (sem aspas) poodle faziam “meia-noite” no banco de trás !!!
    Nada como os carros alemães, tenho dito!

    1. Típico comentário de quem não conhece de carro. A proposta do carro é um sedan familiar com motor torcudo porém de potência limitada levando em conta a cilindrada (em torno de 20 cv a menos que o Omega mencionado). Em se tratando de um Ford americano, privilegia o conforto com suspensão macia em detrimento a estabilidade, porém longe de um carro instável como relata o nobre colega. Não comento sobre o “horroroso” pois gosto é algo subjetivo. Rodar um Taurus de quase 1600 kg em uma curva que um Omega “dobrava 2x mais rápido” tá mais para lambança e inexperiência do condutor do que a insegurança do carro, que aliás foi o automóvel mais vendido nos EUA durante anos. Em suma, o Ômega é um grande carro, principalmente em sua versão CD 4.1 porém de caracteristicas diferentes de condução pela sua tração traseira em comparação a dianteira do Taurus. Enfim, carro americano com proposta de sedan familiar, mas com certeza sambado por negligência de manutenção na mão de tupiniquim que se considera piloto, o resultado não poderia ser diferente.

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