Ford Corcel I Sedã 1.3 1970 O Carro de Luxo da Classe Média

Ford Ford Corcel

Ford Corcel I Sedã 1.3 1970 o carro de luxo da classe média brasileira do início dos anos 70.

O modelo sedã sai de fábrica com requintes de carro de luxo, que atendiam a classe média, os chamados carrões Galaxie e os modelos Dodge atendiam a classe alta e políticos de médio e alto escalão.

O sedã de médio porte da Ford era destinado ao mercado como modelo executivo, e o Corcel Coupé tinha um foco maior nas versões esportivas como o Corcel GT.

O mercado brasileiros do início dos anos 70 ficou dividido da seguinte maneira, os chamados gigantes como eram conhecidos os modelos Galaxie, família Dodge Dart, Dodge Charge e Família Opala, que atendiam o mercado da classe alta, modelos Ford Corcel, Dodge Polara e Volkswagen Karmann Ghia eram destinado ao público da classe média, os modelos Volkswagen refrigerados a ar eram destinado a classe de baixa renda e serviços públicos.

O Corcel I sedã 1.3 4 portas 1970 podemos afirmar que fazia o mesmo papel que o Del Rey nos anos 80.

Desempenho.

  • O motor CHT 1.3 tinha o desempenho na medida certa para a cidade, e na estrada um bom desempenho para um carro de médio porte da primeira metade dos anos 70.
  • Mas o que mais chamava a atenção era o equilíbrio do carro em pistas escorregadias e em curvas de alta, a estrutura do Corcel oferecia um equilíbrio acima da média para a época.

Imagens Século 20 Veículos antigos.

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Acabamento Externo.

  • Carroceria sedã médio porte 4 portas.
  • Frente com faróis redondos, com lentes boleadas, embutidos na grade de ar metálica, junto com as setas dianteiras.
  • Para-choques em lâminas de aço cromados.
  • Retrovisores de aço cromados.
  • Luz de sinalização na lateral do para-lama traseiro.
  • Rodas de aço tradicionais Ford Corcel, com lindas calotas de aço.
  • Lanternas traseiras monocolor.

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Acabamento interno.

  • Portas com acabamento em vinil com detalhes em madeira.
  • Bancos com acabamento em vinil.
  • Vidros dianteiros e traseiros basculantes.
  • Painel em aço na cor do carro com detalhe em forração de madeira.
  • Mostradores básicos, velocímetro, temperatura do motor e nível de combustível.
  • Volante em imitação de marfim com aro cromado ao centro para acionamento da buzina.
  • Rádio AM Philco/Ford.
  • Luz de sinalização nas portas.

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Ficha Técnica.

  • Motor Ford CHT 1.3.
  • Carburador.
  • Direção simples.
  • Câmbio manual de 4 marchas.
  • Freios a tambor nas quatro rodas.
  • Peso 944 KG.
  • Potência 68 CV.
  • De 0 a 100 – 23,5 Segundos.
  • Velocidade máxima 135 KM/h.
  • Consumo Cidade 10,0 KM/L Estrada 13,4 KM/L.
  • Porta malas 380 Litros.
  • Carga útil Não informado.
  • Tanque de combustível 57 Litros.
  • Preço atualizado aproximado R$ 57.978,00.
  • Valor atualizado aproximado se refere apenas a uma estimativa de quanto o carro custaria hoje Zero Km na concessionária.

Imagens Século 20 Veículos antigos.

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Motor Tudo – Ford Corcel I Sedã 1.3 1970.

Carros dos anos 70 – carros Clássicos brasileiros.


 

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5 thoughts on “Ford Corcel I Sedã 1.3 1970 O Carro de Luxo da Classe Média

  1. Rodrigo Martiniano disse:

    O motor deste Corcel é (era) chamado de Sierra, evolução do Ventoux, que por sua vez equipou os Renaul Dauphine / Gordini / 1093, aqui no Brasil fabricados sob licença pela Willys Overland, bem como os Interlados (versão brasileira simplificada do Renault Alpine), da mesma marca, i.e., Willys.
    A principal melhoria de projeto do motor Sierra em relação ao Ventoux foram os cinco mancais de apoio do ‘vira’: 5 > Sierra – – 3 > Ventoux – – bloco maior >> ‘vira’ maior >> MAIS MANCAIS (PREMISSA SINE QUA NON).
    Durante a segunda metade da década de 1960, a Renault desenvolvia um carro médio, capaz de suprir a lacuna entre o Renault 8 e o Renault 16, que viria a ser o Renault 12. O projeto foi realizado em parceria com a Willys brasileira, que teve a liberdade de fazer o seu próprio desenho de carroceria para o novo carro (desenho este bem mais bonito que o da a versão Renault), conhecido na Willys por “Projeto M” (M de médio). Em 1967, a Ford comprou a Willys no Brasil, herdando o projeto M quase pronto. No ano seguinte, foi lançado o Ford Corcel (junho de 1968), ao mesmo tempo em que o Gordini (Gordini IV – último sobrevivente dos antigos Renault brasileiros) era descontinuado. Interessante observar, o Corcel, versão brasileira do Renault 12, foi lançado antes mesmo que o próprio, cuja estréia na França aconteceu no Salão de Paris, em outubro de 1969.
    O motor Sierra é a origem do motor CHT (Compound High Turbulence = mistura em alta turbulência), mas a denominação CHT só seria usada quinze anos mais tarde, em 1983, quando a Ford redesenhou o motor Sierra do Corcel para equipar o Escort. O propósito da alta turbulência é tornar a mistura bastante homogênea, melhorando a queima para, assim, permitir o uso de misturas pobres (mais ar / menos combustível), o que obviamente contribui para a economia de combustível, característica marcante do CHT. Em 1987, o CHT passou por pequenos refinamentos e passou a ser chamado de CHT E-Max (de Economia Máxima).
    Em 1989, Volkswagen e Ford, juntas na joint venture AUTOLATINA, introduziram melhoramentos (outra vez pequenos refinamentos) adicionais no CHT (pela VW / sempre a VW !!!), visando aumentar sua durabilidade, e o CHT foi rebatizado de AE-1600 (Alta Economia), sendo estendido à linha Gol. Em 1993 é lançado o AE-1000 (997 cm³), versão com cilindrada reduzida para atender à legislação sobre impostos menos “salgados” do carro popular. Em 1995 foi lançado o AE1000i, com injeção eletrônica monoponto FIC EEC-IV, para equipar o “paralítico” Gol 1000 Plus.
    Em 1996, o motor AE sai definitivamente de linha no Brasil, sendo substituído na VW pelo excelente e moderno AT, e na Ford pelo ultrapassado Endura-E, que nada tem a ver com o Sierra, exceto o fato de também derivar de outro projeto antigo, sua origem remontando ao Ford Anglia de 1959.
    Conforme eu escrevi noutra oportunidade, tanto quanto eu sei a única melhoria de projeto, contribuição Ford não compartilhada para a AUTOLATINA, foi o comando 027 109 101 7. O restante coube à VW fazer (sempre a VW !!!), não sendo, na acepção do termo, autênticas melhorias de projeto, e sim somente retoques, meros retoques indispensáveis ao cumprimento da (das) lei (leis) de emissão de poluentes, pois a verdade é que na VW e nas suas concessionárias nunca nenhum funcionário com juízo (bom senso) – eu incluído na lista – acreditou na AUTOLATINA.
    . . . . .

      1. Rodrigo Martiniano disse:

        Jairo Kleiser, nobre administrador: eu gostaria de conversar com você via e-mail. Muito agradecido,
        RODRIGO MARTINIANO.

  2. Rodrigo Martiniano disse:

    ONDE SE LÊ “…, autênticas melhorias de projeto, …”, ACRESCENTE-SE nem (1x), muito menos (1x) E espontâneas (1x):
    “…, nem autênticas melhorias de projeto, muito menos espontâneas, …”.
    EXPONTÂNEO É ALGO FEITO POR SI MESMO, SEM HAVER QUALQUER OBRIGAÇÃO DE FAZÊ-LO.
    . . . . .

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