Chevrolet Omega CD 3.0 1994 Automático em sua melhor forma

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A Chevrolet não poupou esforços, para colocar o mercado o substituto de Opala, o absoluto foi o modelo de grande porte produzido em solo brasileiro com a maior lista de instrumentos de luxo e segurança

A versão Chevrolet Omega CD 3.0, em seu lançamento, entregava a maior potência líquida entre os carros nacionais 165 cv de força. Independente da motorização 3.0 ou 4.1, ou da configuração do câmbio, quem dirigiu uma unidade zero km ou seminova, no início da década de 1990, sabe muito bem a incrível qualidade do projeto que a montadora desenvolveu.

Um carro extremamente macio e confortável, mesmo pesando quase 1500 kg, na cidade dava a sensação de leveza ao dirigir, digno de um importado de elite, na estrada dispensava comentários, rápido, equilibrado e muito confortável.

A unidade aqui da matéria, o Chevrolet Omega CD 3.0 1994,  trazia o câmbio automático de 4 marchas 4L30-E, com três programas de funcionamento, normal, “sport” e anti-patinação. Com esse conjunto de motor e câmbio a ficha técnica da montadora informa que a velocidade final real é de 207 km/h, mas algumas revistas e instituições automotivas da época, afirmam que o modelo chegava 212 km/h de velocidade final real.

O Absoluto, nas versões top de linha, foi o primeiro nacional a oferecer CD player, no pacote de opcionais, faróis com ajuste elétrico de altura, vidros elétricos com sensor antiesmagamento, destravamento automático em emergências, teto solar elétrico, computador de bordo, cortina para-sol, porta-luvas climatizado, retrovisor com aquecimento e freios ABS.

Desempenho

Estabilidade –  Em 1994 Omega era um dos modelos nacionais de melhor tecnologia, a Chevrolet conseguiu unir conforto e segurança na mesma suspensão, um feito raro para as montadoras aqui no Brasil.

Motor –  Utilizando o motor Chevrolet C30NE 3.0, oferecia aceleração de 0 a 100 em 11,8 segundos, entregando confiança e robustez.

Câmbio –  O automático de 4 velocidades, era um dos primeiros produzidos no Brasil, que deixava para trás os trancos e as retomadas pouco precisas, que assombravam os carros brasileiros nas décadas de 1970 e 1980.

Retomadas e ultrapassagens – Com um conjunto de motor e câmbio bastante saudável, era muito eficiente e confiável.

Consumo –  Para um modelo de grande porte pesando 1452 kg, fazer 6,9 km/l na cidade, era considerado dentro dos padrões para a época, mais detalhes na ficha técnica no final do post.

Acabamento Externo

Faróis –  Trapezoidais, com luz de longo alcance embutida no mesmo conjunto de lentes dos faróis.

Setas dianteiras – Embutidas no mesmo conjunto dos faróis;

Para – choques –  Envolventes na cor da carroceria, com friso emborrachado e detalhes cromados no contorno;

Faróis de neblina – Sim;

Grade de ar do motor – Discretamente embutida abaixo do capô;

Retrovisor Externo – Panorâmico pintado na cor da carroceria, com ajuste elétrico interno;

Frisos – Emborrachado em toda a extensão lateral, com detalhes cromado, acompanhando o acabamento dos para – choques;

Rodas – De liga leve, tradicionais família Omega, 195/65 R15;

Maçanetas – Embutidas na porta na cor da carroceria;

Logo – “CD” na lateral dos para – lamas dianteiros;

Lanterna Traseira – Tricolor, com pisca fumê;

Bagageiro – Não;

Teto Solar – Sim, com acionamento elétrico;

Limpador do vidro traseiro – Não;

Acabamento Interno e Instrumentos

Painel – Digital;

Conta – giros – Sim;

Acabamento do painel – Em vinil na cor grafite;

Volante – Espumado de 4 raios estilo executivo, com acabamento em couro;

Sistema de som – Radio toca–fitas digital com memória AM/FM Chevrolet, e aparelho CD Player;

Ventilador – Sim;

Ar – condicionado – Sim;

Ar –  quente – Sim;

Luz de leitura – Sim;

Relógio – Digital;

Acendedor de cigarros – Sim;

Cinzeiro – Sim;

Acionamento dos vidros – Elétrico nas quatro portas;

Sistema de travamento das portas – Elétrico;

Ajuste dos retrovisores externos – Elétrico;

Acabamento dos bancos – Em couro, com ajuste lombar nos bancos dianteiros;

Acabamento das portas – Em vinil, couro e carpete;

Luz de Sinalização no rodapé das portas – Não;

Banco traseiro – Com cinto de segurança de três pontos para dois passageiros e encosto de cabeça vazado;

Encosto de cabeça – Para quatro passageiros, vazados;

Desembaçador elétrico do vidro traseiro – Sim;

Assoalho – Acarpetado;

Porta-malas – Acarpetado;

Ficha Técnica – Chevrolet Omega CD 3.0 1994 Automático

Carroceria – Sedã;

Porte – Grande;

Portas –4;

Motor –  C30NE 3.0;

Cilindros – 6 em linha;

Válvulas por cilindro – 2;

Posição – Longitudinal;

Combustível – Gasolina;

Potência – 165 cv;

Peso Torque – 62,1 kg/kgfm;

Cilindrada – 2968 cm³;

Torque máximo – 23,4 kgfm a 4200 rpm;

Potência Máxima – 5800 rpm;

Tração – Traseira;

Alimentação –  Injeção Multiponto;

Direção – Hidráulica;

Câmbio – Automático de 4 velocidades com alavanca no assoalho;

Embreagem – Conversor de torque;

Freios – Freio a disco ventilado nas rodas dianteiras e disco sólido nas rodas traseiras;

Peso – 1452 kg;

Suspensão dianteira – Independente, McPherson – Mola helicoidal;

Suspensão traseira – Independente, braços semi-arrastado – Mola helicoidal;

Comprimento – 4738 mm;

Distância entre-eixos – 2730 mm;

Largura – 1760 mm;

Altura – 1418 mm;

Aceleração de 0 a 100 – 11,8 Segundos;

Velocidade máxima – 207 km/h;

Consumo: Cidade 6,9 km/l – Estrada 9,7 km/l;

Autonomia: Cidade 518 km – Estrada 728 km;

Porta malas – 520 Litros;

Carga útil – 533 kg;

Tanque de combustível – 75 Litros;

Valor atualizado Aproximado – R$ 213.805,00;

Valor atualizado aproximado se refere apenas a uma estimativa de quanto o carro custaria hoje Zero Km na concessionária – Não possui nenhum parâmetro real do mercado atual.

O Motor Tudo, NÃO trabalha com nenhum tipo de comércio de carros, apenas faz matérias sobre a história de carros clássicos brasileiros.joi

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