fbpx
Pular para o conteúdo

Opala Diplomata 1985, o modelo de elite da indústria brasileira

Opala Diplomata 1985
Compartilhe

O Opala Diplomata 1985, na configuração com o motor 4.1 e com todos os opcionais de fábrica, era o modelo executivo de elite da indústria automobilística nacional, ao lado do Alfa Romeo 2300. Também eram os dois carros mais caros do país ao lado do Escort XR3 conversível.

Mesmo se tratando de um modelo de elite, em época de fronteiras comerciais fechadas aqui no Brasil, eram veículos que em comparação aos projetos que rodavam nos principais países da Europa, nos Estados Unidos, Canadá, Japão e Austrália, os modelos brasileiros em média tinham entre 10 e 15 anos de atraso tecnológico.

Mesmo assim, para os executivos brasileiros e políticos de alto escalão, tanto o modelo top de linha da Chevrolet, como o representante italiano o Alfa Romeo, eram o que melhor representava luxo, poder e conforto. Em valores atualizados, um Opala Top de linha não saía de uma concessionária por menos de R$ 368.000,00. Já o Alfa Romeu 2300 e o esportivo XR3 Conversível dividiam o posto de veículos mais caros do país, com valores muito próximos a R$ 420.000,00.

Em 1985 nos países de primeiro mundo e até em alguns países de terceiro mundo mas com fronteiras comerciais abertas como a antiga Venezuela, já eram utilizados em carros de custo intermediários e de alto custo, freios ABS, injeção eletrônica. Montadoras como a Audi, também já utilizava um sistema muito próximo do que hoje chamamos de controle tração, o sistema Audi Quattro.

Novas tecnologias como Airbags, chassi mais leve e mais seguro ao impacto, motores e câmbios como os japoneses que entregavam novas tecnologias ficando mais rápidos, mais ágeis, utilizando menos combustível e potencia. Além da obrigatoriedade de ar-condicionado e direção hidráulica de série mesmo em modelos populares, em muitos países desenvolvidos.

Mesmo assim o nosso querido Opala Diplomata, cumpriu aqui no Brasil um país de terceiro mundo com a fronteiras fechadas, seu papel de modelo executivo, era o sonho de consumo da maioria dos brasileiros, e como já citado, símbolo de luxo e poder.

Hoje no mundo dos colecionáveis se tornou um exemplar muito desejado, com valores que pode passar fácil dos R$ 150.000,00, dependendo do nível de originalidade do veículo e do estado de conservação.

A unidade da nossa matéria é um Opala Diplomata 1985, equipado com o motor 4.1 de 6 cilindros a gasolina, com câmbio automático, entregando 126 cv de força, torque máximo de 28.0 kgfm a 2000 rpm, velocidade final real de 177 km/h e aceleração de 0 a 100 em 12,9 segundos. Quanto ao consumo, na cidade fazia 5,4 km/l e na estrada 7,5 km/l.

Acabamento Externo

Faróis –  Faróis quadrados de lentes planas, com luz de longo alcance embutida no mesmo conjunto de lentes;

Setas dianteiras – Embutidas no mesmo conjunto dos faróis;

Para – choques –  Em lâminas de aço carbono na cor grafite com frisos emborrachados;

Faróis de neblina – Não – Utiliza luzes de longo alcance;

Grade de ar do motor – Com frisos na horizontal na cor cinza;

Retrovisores Externos – Estilo satélites com controle elétrico interno;

Frisos – Largo friso em toda a extensão lateral com o logo “Diplomata”;

Rodas – De de liga – leve tradicionais 195/70 R14;

Maçanetas – Na cor grafite embutidas nas portas;

Logo – “Chevrolet”, na tampa do porta-malas;

Lanterna Traseira – Tricolor com luz de ré;

Bagageiro – Não;

Teto Solar – Não;

Limpador do vidro traseiro – Não;

Acabamento Interno e Instrumentos

Painel – Com mostradores em escala quadrada;

Conta – giros – Sim;

Acabamento do painel – Em vinil na cor grafite;

Volante – Espumado de dois raios estilo executivo;

Sistema de som – Sim;

Ventilador – Sim;

Ar – condicionado – Sim;

Ar –  quente – Sim;

Luz de leitura – Sim;

Relógio – Digital;

Acendedor de cigarros – Sim;

Cinzeiro – Sim;

Acionamento dos vidros – Elétrico nas 4 portas;

Sistema de travamento das portas – Elétrico central;

Ajuste dos retrovisores externos – Elétrico;

Acabamento dos bancos – Em fino tecido aveludado;

Acabamento das portas – Em Vinil e tecido aveludado;

Luz de Sinalização no rodapé das portas – Sim;

Banco traseiro – Com encosto de cabeça para dois passageiros e apoio para o braço;

Encosto de cabeça – Para quatro passageiros com regulagem de altura;

Desembaçador elétrico do vidro traseiro – Sim;

Assoalho – Acarpetado;

Porta-malas – Acarpetado;

Ficha Técnica – Opala Diplomata 1985

Carroceria – GM Sedan;

Porte – Grande;

Portas – 4;

Motor –  4.1 Cód 250;

Cilindros – 6 em linha;

Posição – Longitudinal;

Combustível – Gasolina;

Potência – 126 cv líquidos;

Peso Torque – 44,5 kg/kgfm;

Cilindrada – 4093 cm³;

Torque máximo – 28 kgfm a 2000 rpm;

Potência Máxima – 4000 rpm;

Tração – Traseira;

Alimentação –  Carburador;

Direção – Hidráulica;

Câmbio – Manual com alavanca no assoalho;

Embreagem – Monodisco a seco;

Freios – Freio a disco ventilado nas rodas dianteiras e tambor nas rodas traseiras;

Peso – 1354 kg;

Suspensão dianteira – Independente, Braços sobrepostos – Mola helicoidal;

Suspensão traseira – Eixo rígido – Mola helicoidal;

Comprimento – 4844 mm;

Distância entre-eixos – 2667 mm;

Largura – 1766 mm;

Altura – 1388 mm;

Aceleração de 0 a 100 – 12,9 Segundos;

Velocidade máxima – 177 km/h;

Consumo: Cidade 5,4 km/l – Estrada 7,5 km/l;

Autonomia: Cidade 380 km – Estrada 556 km;

Porta malas – 430 Litros;

Carga útil – Não informado;

Tanque de combustível – 84 Litros;

Valor atualizado Aproximado – R$ 368.000,00;

Valor atualizado aproximado se refere apenas a uma estimativa de quanto o carro custaria hoje Zero Km na concessionária – Não possui nenhum parâmetro real do mercado atual.

O Motor Tudo, NÃO trabalha com nenhum tipo de comércio de carros, apenas faz matérias sobre a história de carros clássicos brasileiros.

Carros antigos

Caminhonete D10, a arma da GM para enfrentar o Ford F-1000 Elba carro – Chega ao Brasil o SW da família Uno, que tirou o sono dos SW Compacto VW e GM Fiat Oggi CSS 1.4 1984 conheça o Esportivo da Família 147 Vectra Elegance, em 2009 o médio de luxo da Chevrolet ainda causava frisson Toyota Paseo, conheça o cupê compacto da montadora japonesa Corsa 99, a versão Super do popular mais confortável da década de 1990 Opala 6 caneco, a versão standard de 1979 customizada Saveiro 96, o fim da bem sucedida geração quadrada se aproximava Chrysler Neon 2000, o início do fim, do médio de elite, hoje um raro colecionável Vectra 97, nunca restaurado, a versão CD 16V, com teto solar e câmbio automático

CONTATO Fale Com o Motor Tudo no Facebook.

Carros antigos