Dodge Charger americano, 1967, o modelo com motor de 325 cv e 6.3L

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O Dodge Charger americano, no ano de 1967, fazia a despedida da primeira geração na terra do Tio Sam, oferecia um generoso leque de opções de motores, desde o pacato 318 5.2 V8, o mesmo comercializado no Brasil, até o feroz 440 V8 Magnum 7.2 de 475 cv, eram os verdadeiros Muscle Cars.

Entre os anos de 1966 e 1967, o modelo oferecia lá nos E.UA, as seguintes motorizações, A 318 V8 5.2 de 195 cv, LA 318 V8 5.2 de 215 cv, 318 V8 5.9 de 275 cv, 383 V8 6.3 325 cv, 426 Hemi V8 7.0 de 425 cv, e o poderoso 440 RB V8 7.2 de 475, este último era o mais rápido porém o menos confiável, e virtude do estresse que era submetido em altíssimos giros, tinha um tempo menor de vida útil, e os custos das manutenções eram bem maiores.

A unidade aqui da nossa matéria, é um modelo Dodge Charger americano, do ano de 1967, fez parte da primeira geração, uma versão intermediária com o motor 383 V8 6.3 325 cv, vinha equipado de série com, regulagem interno dos retrovisores, ar-condicionado e direção hidráulica. Oferecia como opcionais, vidros elétricos, adereços esportivos, rodas de liga mais largas, e como já citada, diversas opções de motores.

No ano seguinte em 1968, chega a segunda geração, ganha nova plataforma, seus motores receberam novos upgrades, deixando mais modernos e estáveis em altas rotações. o novo modelo foi a base do Dodge 500, que se tornou o Dodge Charger Daytona, o famosos General Lee do filme “Os Gatões”, e “Velozes e Furiosos”.

Desempenho

Estabilidade –  O conjunto do projeto, ainda era eficiente para a época, mesmo assim era sempre bom o motorista ficar atento a curvas de alta, e em retas em altas velocidades, suspensão muito macia + direção hidráulica pouco precisa = ver o mundo girar.

Motor –  Utilizando o motor Dodge  383 V8 6.3 325 cv , deixava o carro nervoso, eficiente e muito confiável.

Câmbio –  O câmbio automático de 3 velocidades, respondia as expectativas do motor, era um dos raros sistemas que funcionava sem trancos nas trocas em altas rotações.

Retomadas e ultrapassagens – Com um motor com muito fôlego e um câmbio descomplicado, o carro era seguro e eficiente, indo de 0 a 100 em 7,8 Segundos.

Consumo –  No final da década de 1960, consumir 4 km/l na cidade e 7 km/l na estrada, não fazia muita diferença, para o proprietário com dinheiro no bolso que conseguia adquirir uma unidade 0 km.

Acabamento Externo

Faróis –  Redondos de lentes boleadas, duplos na horizontal, embutidos atrás da grade de ar do motor;

Setas dianteiras – Embutidas atrás da grade de ar do motor;

Para – choques –  Largas lâminas de aço carbono cromadas;

Faróis de neblina – Não;

Grade de ar do motor – Com frisos na na vertical e abas de proteção das lentes dos faróis;

Retrovisores Externos – Redondos, com ajuste mecânico interno;

Frisos – Não;

Rodas – Magnum aro 14 com pneus Bf Goodrich;

Maçanetas – Cromadas;

Logo – “383” na lateral do para-lama dianteiro;

Lanterna Traseira – Larga extensão em acrílico e cor única com o, extenso logo, “Charger”;

Bagageiro – Não;

Teto Solar – Não;

Limpador do vidro traseiro – Não;

Acabamento Interno e Instrumentos

Painel – Com diversos mostradores em escala circular mph;

Conta – giros – Sim;

Acabamento do painel – Em couro preto e aço carbono;

Volante – De três raios;

Sistema de som – Sim;

Ventilador – Sim;

Ar – condicionado – Sim;

Ar –  quente – Sim;

Luz de leitura – Não;

Relógio – Analógico no centro do mostradores;

Acendedor de cigarros – Sim;

Cinzeiro – Sim;

Acionamento dos vidros – Manual basculante – Opcional elétrico;

Sistema de travamento das portas – Mecânico;

Ajuste dos retrovisores externos – Mecânico interno;

Acabamento dos bancos – Em courvin;

Acabamento das portas – Em courvin e detalhes cromados;

Luz de Sinalização no rodapé das portas – Sim;

Banco traseiro – Sem acessórios;

Encosto de cabeça – Não;

Desembaçador elétrico do vidro traseiro – Não;

Assoalho – Acarpetado;

Porta-malas – Acarpetado;

Ficha Técnica – Dodge Charger americano – Versão 383 do ano de 1976

Carroceria – Cupê;

Porte – Grande;

Portas – 2;

Motor –  383 6.3 ;

Cilindros – 8 em V;

Posição – Longitudinal;

Torque –  515.0 Nm or 379 lb.ft;

Tração – Traseira;

Combustível – Gasolina;

Alimentação –  Carburador;

Direção – Hidráulica;

Câmbio – Automático de 3 velocidades, alavanca no assoalho;

Embreagem – Monodisco a seco;

Freios – Freio a tambor nas 4 rodas;

Peso – N/D;

Comprimento – N/D;

Distância entre-eixos – 2970 mm;

Potência – 325 cv;

Cilindrada – 6299 cm3 ;

Taxa de Compressão – 10.00;

Potência Máxima – 4600 rpm;

Aceleração de 0 a 100 – 7,8 Segundos;

Velocidade máxima – 225 km/h;

Consumo: Cidade 4 km/l – Estrada 7 km/l;

Autonomia: Cidade N/D – Estrada N/D;

Porta malas – N/D;

Carga útil – 450 kg;

Tanque de combustível – N/D;

Valor atualizado Aproximado – N/D;

Valor atualizado aproximado se refere apenas a uma estimativa de quanto o carro custaria hoje Zero Km na concessionária – Não possui nenhum parâmetro real do mercado atual.

O Motor Tudo, NÃO trabalha com nenhum tipo de comércio de carros, apenas faz matérias sobre a história de carros clássicos brasileiros.

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