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Comodoro Opala o modelo de luxo que reinou por 17 anos

Comodoro Opala
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Comodoro Opala o modelo de luxo que reinou por 17 anos: Hoje em 2024 mantém o mesmo respeito, e uma grande procura, tanto no mercado de carros usados, como no segmento dos carros antigos.

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Ele chegou em 1975 e assume o posto de top de linha da família Chevrolet Opala, junto com o novo facelift que o projeto recebeu, e o lançamento do irmão SW. Ano bastante agitado para o modelo de luxo da GM.

Sempre oferecido nas carrocerias cupê e sedan, em 1980 com a chegada do Diplomata assumindo o posto de top de linha, o Comodoro Opala passa a figurar como versão intermediária.

Mas na prática sempre ofereceu um pacote de opcionais e um visual a altura do irmão Chevrolet Diplomata. Em alguns anos de sua história, com cores metálicas que o deixavam mais elegante que a nova versão top de linha.

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Comodoro Opala
Imagens Brunelli Veículos Antigos

O Comodoro se manteve como o rei da família do gigante da Chevrolet por 5 anos, quando foi substituído pelo Diplomata. A transição começou em 1978, com a apresentação para a mídia Em 1979 foi apresentado no salão do carro, mas a montadora sé colocou o Diplomata nas ruas em 1980.

A versão Comodoro de 1975, com o motor de 4 cilindros 151 entregava 96 cv, torque máximo de 17,9 kgfm a 2600 rpm, velocidade final real de 155 km/h e aceleração de 0 a 100 em 17 segundos. Quanto ao consumo, 8,5 km/l na cidade e 12 km/l na estrada.

O modelo tinha algumas configurações no visual no mínimo interessante, para não dizer deslumbrante: Comodoro Opala coupe Château, era o carro na medida certa, uma linda combinação de cores, interna e externa, e cobertura de teto em vinil branco estilo Las Vegas, dando ao carro um visual único.

Imagens Pastore Car Collection

Já a configuração de 1978 na chamada cor monocromática mantinha o carro luxuoso, bonito, com um painel completo, com conta-giros, temperatura do motor, mostradores de fácil visualização e direção hidráulica, que para a época aqui no Brasil era realmente algo incrível.

Em relação ao seu principal concorrente o Ford Landau, consumia consideravelmente menos combustível, isso era um grande diferencial no final da década de 1970 que além do preço do combustível estar em alta.

Existia uma nova classe de consumidores de carros de luxo que estavam se formando, eram os comerciantes e funcionários do alto escalão de siderúrgicas e Petroquímicas.

Que queriam um grande carro mas sem exageros, confortável, de consumo de combustível razoável, e com uma manutenção descomplicada, o Opala Comodoro se encaixava como uma luva no novo perfil.

Imagens Pastore Car Collection

Em 1979 o opala se despedia das lentes redondas, faróis e lanternas arredondados, sendo assim a montadora Chevrolet não poupou esforços e colocou no mercado algumas unidades com opcionais e equipamentos de série, para os fãs que na época podiam desembolsar uma boa quantia, e ter na garagem de casa uma verdadeira nave.

Ar condicionado e câmbio automático eram opcionais mais comuns nos modelos Ford Galaxie/Landau e Dodge, já na família Opala dos anos 1970, o número de unidades equipadas foram menores.

Imagens Brunelli Veículos Antigos

No final da década de 1970, se você tinha dinheiro para comprar um carro acima dos padrões nacional, ele tinha um nome, Comodoro Opala 4.1 1979 Automático, força, agilidade, confiança, durabilidade, muito luxo e conforto, em um só carro, definitivamente era uma modelo para poucos.

A montadora americana não poupou esforços e criatividade para desenvolver o seu modelo top de linha no final da década, o Chevrolet Opala Comodoro Coupé 4.1 1978, além de ser o carro nacional de grande porte mais equilibrado do Brasil, vinha com um visual impecável.

Imagens Brunelli Veículos Antigos

O motor 4.1 de 6 cilindros no final da década de 1970, conseguia uma boa relação entre força e consumo, desafio que as concorrentes com grandes motores não conseguiram. Na estrada era um verdadeiro navegador silencioso, atingia a incrível velocidade final de 190 km/h.

Em curvas de alta, era sempre bom o motorista ficar atendo, mesmo sendo um modelo equilibrado para a época, utilizava uma suspensão muito macia e uma direção hidráulica pouco precisa.

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O Comodoro Opala SL/E já entre os anos de 1991 e 1992, a versão intermediária entregava um requinte diferenciado do irmão top de linha. Muitos seguidores do Motor Tudo nos relatam que tem uma certa preferência pelo Comodoro, ao invés da principal versão Diplomata.

A Chevrolet caprichou no ano de despedida, em 1992 mesmo com os importados de elite já andando pelas ruas do Brasil, quem viveu a época sabe muito bem o frisson que a família Opala ainda causava nas concessionárias.

Mesmo para os padrões de uma país em desenvolvimento, o projeto já era considerado ultrapassado para a época. Mas a confiabilidade e a simpatia que o modelo ganhou nos mais de 20 anos de produção, ainda deixavam o carro em uma posição privilegiada.

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