Caminhão Dodge D700 74 foi uma tendência na construção civil

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Durante a década de 1970 os modelos Dodge estavam na luta por uma fatia de mercado dos utilitários nacionais

Mercado liderado por, Ford, Chevrolet e Mercedes, mas a Dodge também tinha uma fatia bastante interessante, de picapes e caminhões com a família D100 e D700.

Durantes as décadas de 1970 e 1980, ocorreu uma tendência no segmento da construção civil em todo o Brasil, era bastante comum ver picapes e caminhões Dodge em lojas de materiais de construção e em empreiteiras do ramo da construção civil.

Já na segunda metade da década de 1980, a Dodge já havia encerrado suas atividades no Brasil, os modelos utilitários remanescentes, também passaram a ser uma ótima opção para pequenas empresas distribuidoras de bebidas e alimentos, devido ao baixo valor de compra das unidades.

Na primeira metade da década de 1990, já sem peças de reposição, principalmente para o conjunto motor e câmbio, muitos caminhões e picapes Dodge, passaram a receber mecânica dos caminhões Mercedes, 1111, 1113 e 708.

Porém antes de se tornarem modelos colecionáveis, ainda durante a década de 1990, muitos modelos se tornaram um problema para antigos proprietários, sem valor de mercado acabavam ocupando terrenos baldios e garagens.

Em 1995 um amigo adquiriu um D700 que estava parado em uma garagem a alguns anos, mas ainda em bom estado, e pagou em valores atualizados apenas, R$ 2.500,00, hoje um modelo devidamente restaurado pode ultrapassar facilmente o valor de R$ 70.000,00.

Acabamento Externo

Faróis –  Com faróis redondos de lente boleada;

Setas dianteiras – Embutidas embutidas na grade de ar ao lado dos faróis;

Para – choques –  Em lâminas de aço carbono na cor da carroceria;

Faróis de neblina – Luzes de longo alcance acima do para – choque dianteiro;

Grade de ar do motor – Em um apinel de alumínio, embutindo faróis e setas;

Retrovisores Externos – De haste pretos com ajuste manual;

Frisos – Não;

Rodas – Tradicionais família Dodge com calotas cromadas;

Maçanetas – Cromadas;

Logo – “Dodge” na tampa do motor;

Lanterna Traseira – Tricolor com luz de ré;

Bagageiro – Carroceria de madeira;

Teto Solar – Não;

Limpador do vidro traseiro – Não;

Acabamento Interno e Instrumentos

Painel – Com diversos mostradores estilo americano;

Conta – giros – N/D;

Acabamento do painel – Em vinil e aço na cor preto;

Volante – De plástico injetado de três raios;

Sistema de som – Não;

Ventilador – N/D;

Ar – condicionado – Não;

Ar –  quente – N/D;

Luz de leitura – Não;

Relógio – Opcional;

Acendedor de cigarros – Sim;

Cinzeiro – Sim;

Acionamento dos vidros – Manual basculante;

Sistema de travamento das portas – Mecânico;

Ajuste dos retrovisores externos – Manual;

Acabamento dos bancos – Original em vinil, o modelo da matéria foi restaurado com bancos em tecido plástico;

Acabamento das portas – Em vinil preto com detalhes cromados;

Luz de Sinalização no rodapé das portas – Não;

Banco traseiro – Sem acessórios;

Encosto de cabeça – Não;

Desembaçador elétrico do vidro traseiro – Não;

Assoalho – Emborrachado;

Porta-malas – Madeira;

O Motor Tudo, NÃO trabalha com nenhum tipo de comércio de carros, apenas faz matérias sobre a história de carros clássicos brasileiros.

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