Willys Interlagos conversível 1963 um dos primeiros esportivos brasileiro

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Segundo algumas revistas automotivas da época, foi o primeiro carro esportivo produzido em solo brasileiro, a quem tiga que não, divergências a parte, podemos afirmar que é um item único em nossa história.

Outra informação interessante, era sobre o conjunto motor e câmbio, o modelo era equipado com a mecânica Renault Gordini 1.0, com algumas adaptações para o esportivo, que no final da década de 1960 receberia um upgrade mais significativo e se tornaria o Ford Sierra 1.3 para equipar o Corcel, nos anos seguintes passaria a ser o Cléon Fonte 1.4 e na década de 1980 o CHT 1.6.

O Willys Interlagos conversível, tinha um desempenho bastante interessante para o início da década, com velocidade final real de 160 km/h e aceleração de 0 a 100 em 14,1 segundos, basicamente o mesmo desempenho de seu sucessor no futuro, o Ford Escort XR3 1984.

Mas sem dúvida o passo mais importante foram as linhas do modelo, tinha exatamente as mesmas atualizações dos carros europeus, passou a ser o veículo brasileiro mais atualizado até o ano de 1966.

Desempenho

Estabilidade –  Com o motor posicionado na parte traseira, o peso era muito bem distribuído, aliado a uma carroceria fibra de vidro bastante leve, o carro era bom de curvas e não balançava em altas velocidades nas retas.

Motor –  Utilizando o motor 1.0 na posição longitudinal, era de manutenção descomplicada, e exigia poucos reparos.

Imagens thegarage.com.br

Câmbio –  O câmbio manual de 4 velocidades, era digno de um esportivo nacional da década de 1960.

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Retomadas e ultrapassagens – Carroceria leve, peso bem distribuído, e aceleração de 0 a 100 em 14,1 segundos, deixava o conversível da Willys-Overland, eficiente e seguro.

Consumo –  Para um motor de 4 cilindros a gasolina de um esportivo leve, fazer 10 km/l na cidade, era um grande feito para a época.

Acabamento Externo

Faróis –  Redondos de lentes boleadas, embutidos com recuo;

Setas dianteiras – Embutidas no para-choque;

Para – choques –  Em lâminas de aço carbono cromados;

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Faróis de neblina – Não;

Grade de ar do motor – Em alumínio quadriculada;

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Retrovisores Externos – Estilo GT, com ajuste manual;

Frisos – Cromados em toda a extensão lateral do carro;

Rodas – Rodas de aço com calotas cromadas;

Maçanetas – Cromadas;

Logo – “Interlagos” No bico doc arro;

Lanterna Traseira – Em cor única;

Bagageiro – Não;

Teto Solar – Modelo conversível;

Limpador do vidro traseiro – Não;

Acabamento Interno e Instrumentos

Painel – Com mostradores em escala circular;

Conta – giros – Sim;

Acabamento do painel – Em vinil e aço na cor preto;

Volante – Esportivo de 4 raios;

Sistema de som – Sim;

Ventilador – N/D;

Ar – condicionado – Não;

Ar –  quente – N/D;

Luz de leitura – Não;

Relógio – Não;

Acendedor de cigarros – Sim;

Cinzeiro – Sim;

Acionamento dos vidros – Manual basculante;

Sistema de travamento das portas – Mecânico;

Ajuste dos retrovisores externos – Manual;

Acabamento dos bancos – Couro

Acabamento das portas – Em vinil e detalhe em vermalho;

Luz de Sinalização no rodapé das portas – Sim;

Banco traseiro – Sem acessórios;

Encosto de cabeça – Não;

Desembaçador elétrico do vidro traseiro – Não;

Assoalho – Acarpetado;

Porta-malas – Acarpetado;

Ficha Técnica – Willys Interlagos conversível 1963

Carroceria – Conversível;

Porte – Compacto;

Portas – 2;

Motor –  Renault 1.0;

Cilindros – 4 em linha;

Válvulas por cilindro – 2;

Posição – Longitudinal – Traseiro;

Combustível – Gasolina;

Potência – 70 cv;

Peso Torque – N/D kg/kgfm;

Cilindrada – 998 cm³;

Torque máximo – N/D kgfm a N/D rpm;

Potência Máxima – 5600 rpm;

Tração – Traseira;

Alimentação –  Carburador de corpo duplo Solex 32 PAIA 3-301;

Direção – Simples;

Câmbio – Manual de 4 velocidades com alavanca no assoalho;

Embreagem – Monodisco a seco;

Freios – A tambor nas 4 rodas;

Peso – 670 kg;

Suspensão dianteira – Braços triangulares desiguais superpostos. Tinha valores de cáster e inclinação do pino-mestre bem pronunciados (10° e 11°30′ respectivamente);

Suspensão traseira – N/D;

Comprimento – 3780 mm;

Distância entre-eixos – 2100 mm;

Largura – N/D mm;

Altura – 1450 mm;

Aceleração de 0 a 100 – 14,1 Segundos;

Velocidade máxima – 160 km/h;

Consumo: Cidade 10 km/l – Estrada 14 km/l;

Autonomia: Cidade 580 km – Estrada 755 km;

Porta malas – N/D litros;

Carga útil – Não informado;

Tanque de combustível – N/D Litros;

Valor atualizado Aproximado – R$ 66.303,00;

Valor atualizado aproximado se refere apenas a uma estimativa de quanto o carro custaria hoje Zero Km na concessionária – Não possui nenhum parâmetro real do mercado atual.

O Motor Tudo, NÃO trabalha com nenhum tipo de comércio de carros, apenas faz matérias sobre a história de carros clássicos brasileiros.

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Comments

  1. Ouvi de mecânicos que, realmente, o motor CHT era derivado do Gordini. E também ouvi que o motor do Passat era derivado do DKW. O motor do Gordini era fraco e também aquecia bastante nos trópicos e, por isso, diziam, fundia rápido. Uma última coisa é que achei 70 HP muita coisa para esse 1.0 dessa época. .. Esse motor do Interlagos era preparado?

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